13 janeiro 2009

A história da arte interativa


O Museu de Arte Moderna de São Francisco (SFMOMA), nos Estados Unidos, está com uma exposição reunindo os principais ícones da arte interativa. A chamada "The Art of Participation: 1950 to now" fica em cartaz até o próximo dia 8 de fevereiro. Quem não pode ir até lá nos próximos dias, pode conferir os trabalhos on-line.

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11 janeiro 2009

ARCO FEIRA DE ARTE CONTEMPORÂNEA


Tendo como país convidado a Índia, a Feira Internacional de Arte Contemporânea - ARCO, criada em 1991 em Madri, é na atualidade uma das maiores feiras de arte do mundo em repercussão e volume de negócios.
Entre os seus expositores encontramos galerias de arte dos principais mercados mundiais. A agenda é completada com exposições especiais, artistas convidados, seminários e debates. A edição de 2009, que acontecerá na capital espanhola de 11 a 16 de fevereiro, este ano apresentará o projeto ARCO URBANO, que é uma aposta na criação de uma plataforma para a promoção da Arte Pública, um grande mercado que se abre para artistas, comerciantes e produtores de arte. A imagem que ilustra o post foi colhida na ARCO 08. É uma escultura de John de Andrea, em polivinil policromada, tamanho natural, datada de 2002.

10 janeiro 2009

RETRATO DE UMA JOVEM MÃE


Anotem esse nome: Katharina Bosse. Nascida na Finlândia, em 1968, estudou na Alemanha e vive em Nova Iorque. Muito interessante a série de fotografias que a artista está mostrando no início de 2009 na Galerie Anne Barraut, em Paris. Entre as obras apresentadas temos uma “Maternidade” de grande força expressiva e representativa, que foge de qualquer proposta expressiva anterior que eu conheça.

A artista que já trabalhou com series de fotografias sobre a aparência das pessoas (o semblante; falso/verdadeiro), agora apresenta fotos coloridas em grande formato onde a artista se auto fotografa com suas filhas para testemunhar a mudança de identidade das mulheres após a experiência da maternidade. Ela se livra de todo pudor e se coloca em cenas na paisagem natural, totalmente despida permitindo a leitura de sua história de vida através do seu corpo nu.

03 janeiro 2009

REVENDO 2008











Relutei em fazer um texto sobre o ano de 2008 nas artes visuais em Fortaleza. A exposição de Rubens na UNIFOR foi a melhor produzida, embora o mais significativo de Rubens não seja a gravura. A de Bandeira, na UNIFOR, não me comoveu. O Pop, no MAC Dragão, também não. Esperava muito de ambas e fiquei achando que merecíamos mais.

A mostra do Design Espanhol, para mim, foi uma das melhores do ano, mas a melhor mesmo foi a de fotografias da artista argentina Florência Rodrigues Giles, que se apresentou no Projeto Americanidade, no MAC Dragão. O Prêmio Marcantônio Vilaça apresentou alguns artistas de qualidade. Entre os cearenses o destaque ficou para a mostra “Cozinheiro do Tempo”, de Bené Fonteles.

TETO DE BARCELÓ GERA POLÊMICA


Depois de ser aclamado, em fevereiro de 2007, como criador de uma nova Capela Sistina ao concluir a decoração da Capela de São Pedro na catedral de Palma de Maiorca, uma construção iniciada no século XIV em estilo gótico mediterrâneo, o pintor contemporâneo espanhol Miguel Barceló é alvo de profunda polêmica pela realização da pintura do teto da Sala de Direitos Humanos e de Aliança das Civilizações na sede da ONU, em Genebra, na Suíça.

O motivo gerador da polêmica é o custo da obra: 20milhões de euros. E o fato do Governo espanhol haver contribuído com 500mil euros do Fundo de Ajuda ao Desenvolvimento. Todos reconhecem a importância artística de Barceló. Uns acreditam o preço elevado mas, o que mais se critica é o processo de escolha do artista que não foi transparente e, principalmente, a utilização do dinheiro do Fundo de Desenvolvimento. Pessoalmente, creio que arte, assim como a ciência gera desenvolvimento sim.

02 janeiro 2009

GALINHAS NO DRAGÃO


A instalação da artista mineira Laura Lima, ainda em exibição na passarela do Centro dragão do Mar, em Fortaleza, foi a obra de arte do ano de 2008. Despertou grande interesse em alguns veículos de comunicação e o público respondeu visitando o Museu de Arte Contemporânea.
Além do despropósito do escândalo promovido pelos defensores dos animais que antes de manifestarem-se diante do Museu, deveriam fazer suas manifestações diante das granjas e de todos os vendedores de frangos assados, aparentando estar mais preocupados com promoção pessoal que a real defesa dos animais, temos que lamentar o deslocamento do público motivado mais pelo escândalo que pelo desejo de fruir ou refletir sobre a proposta da artista.